Gravidez natural aos 44 anos? Sim, é possível.

Há uns tempos, cada vez que abria o Facebook apanhava um daqueles anúncios patrocinados a clínica de fertilidade.
Fui espreitar. No site da clínica dizia que a partir dos 42 anos “as mulheres são inférteis”.

Hmmm… Como assim inférteis? 🤔

Fiquei a pensar nas dezenas de mulheres com mais de 40 anos que ajudei a engravidar e em como a informação que recebemos em determinada altura da nossa vida pode fazer a diferença no rumo que damos às coisas…

Para uma gravidez natural só precisamos de um bom óvulo e de um bom espermatozóide.
E, na verdade, de mais meia dúzia de coisas.

O trabalho que faço só é possível devido à dedicação das mulheres que me procuram, o compromisso do casal, a participação dos seus médicos e a equipa externa de profissionais de que me fiz rodear, e que me permite encaminhar estas pessoas quando o que tenho para lhes oferecer não chega.

Este testemunho que vos trago hoje está partilhado há vários meses, na íntegra, no grupo de Facebook exclusivo para clientes do Círculo Perfeito, e é do ano passado.

Das 42 mulheres que ajudei a engravidar em 2018, esta cliente era a “mais crescida”: estava a 3 meses de fazer 45 anos quando conseguiu o positivo.

Depois do casamento (…) pensámos em ter um filho nosso. (…) em agosto de 2016 deixei de tomar a pílula. Aí, já com 42 anos, sabíamos perfeitamente que já não estava numa idade tão fértil, mas a esperança é a última a morrer.

Os meses foram passando e nada. Passou um ano e nada, e a cada mês que passava e a menstruação chegava era uma desilusão (…)

Foram 18 meses nesta luta, fazendo todos os exames possíveis e imagináveis, sempre com a ginecologista a dizer que estava tudo bem, que era só uma questão de tempo e de pontaria.

Entretanto, o meu marido soube através de um amigo e colega de trabalho da PATRÍCIA LEMOS – Educadora Menstrual e para a fertilidade, que ajudava casais como nós na tentativa de conceber um filho.

Tentámos sempre seguir à risca todos conselhos que a Patrícia nos ia dando.

Todos meses ia à sessão com a Patrícia, como se fosse uma terapia, e saia de lá com outro alento e mais esperança.

Seguiram-se ainda alguns meses, uns ciclos curtos, outros mais longos, mas quando vinha a menstruação era uma desilusão. Mais um mês e nada. Esse dia era difícil, mas a Patrícia tinha logo uma palavra de conforto e de esperança e logo de seguida superava essa tristeza. Ficava cheia de fé e esperança para continuar com o objetivo de engravidar.

Esse tempo finalmente chegou, depois de 2 anos de luta eu engravidei, a menstruação não chegou a temperatura sempre alta e a Patrícia a dizer para fazer o teste. (…)

Precisamente no dia que fazíamos 4 anos de casados, fiz o teste sozinha e quando tive a confirmação (sim grávida), acordei o meu marido para lhe dar a notícia que esperávamos há muito tempo. Um filho!”

“Inférteis aos 42”, diziam eles?! Nem todas, senhores. Nem todas…

Bons ciclos!

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